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Poliphonia Signature Tinto 2011

A Terra

À vista de Reguengos de Monsaraz, no extenso e intrigante Alentejo, encontra-se o Monte dos Perdigões na posse da família Granadeiro desde 2001. Foi em tempos casa de Damião de Góis, humanista Luso do Séc. XVI e mais tarde do ilustre maestro e compositor Luís de Freitas Branco, que aqui compôs algumas das suas obras mais marcantes. É um lugar marcado pela sensibilidade artística, pensamento livre e obra feita.
Aqui nasceu a Adega do Monte dos Perdigões, por entre as vinhas que se veem renascer ano após ano, numa fusão entre o passado e o futuro, onde imperam materiais nobres como o mármore alentejano e o carvalho francês. Aqui são criados os vinhos do Monte dos Perdigões, vinificados e engarrafados sob o rigoroso controlo de uma dedicada e inspirada equipa técnica e o enorme respeito pela mãe natureza.



O Enólogo

Pedro Baptista estudou Enologia na École Supérieure d’Oenologie de Montpellier, França.
Iniciou os seus trabalhos na Fundação Eugénio de Almeida na vindima de 1994 e em 2002 no Monte dos Perdigões. Atualmente é o responsável máximo pelos vinhos de ambas as empresas.



O Vinho

Em anos de elevados níveis qualitativos, o enólogo Pedro Batista e a sua dedicada equipa técnica do Monte dos Perdigões escolhem, de entre os melhores lotes de vinho, os que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Assim é composto o Poliphonia Signature.



Notas de prova

Cor: Granada forte.
Aroma: Profundo, sendo dominante a fruta madura em compota. Reglisse, pimenta preta e eucalipto.
Paladar: Cheio, carnudo e com boa acidez.
Final de prova: Taninos suaves, cremoso.
Temperatura serviço: 16oC a 18oC.
Acompanhamento: Pratos de caça e assados no forno de lenha.



Informações técnicas

Castas: Syrah, Alicante Bouschet e Petit Verdot.
Vinificação: As uvas provenientes das vinhas mais velhas do Monte dos Perdigões foram cuidadosamente selecionadas, tendo sido vinificadas separadamente em lagares de mármore alentejano.
Maximizámos a extração de aromas, cor e estrutura com a ajuda de pisa mecânica e macerações prolongadas.
Estágio: 18 meses em meias barricas de carvalho francês novo “allier” de grão fino e tosta média, seguido de 1 um ano em garrafa.



Análises

Teor alcoólico: 14,5%
Acidez: 5.3 gr/l
pH: 3.64
Açucar: < 5 gr/l



Prémios e distinções

- Concours Mondial de Bruxelles — Grande Medalha de Ouro

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